sábado, 17 de dezembro de 2011

Gratidão.

Dizem que, quando você faz algo por alguém, tem que ser de maneira que não queira nada em troca, certo?
Errado.
Pode ser só comigo, mas acho que favores entre pessoas são a base de trocas. Essas trocas podem ser segredos, olhares, favores, qualquer coisa. No mínimo reconhecimento.

Então acontece que você está lá, sacrificando seu tempo pela pessoa. E não espera nada em troca? Desculpa, não sou elevada e superior o suficiente para ser assim. Eu espero SIM gratidão e espero sim que quando eu precise, a pessoa esteja lá por mim.

Infelizmente, nem todos são assim. Mas a gente tem que entender, de uma vez por todas, com quem a gente pode trocar, e com quem não.

domingo, 27 de novembro de 2011

Aconselhar é fácil.

É fácil aconselhar os outros quando vemos a história de fora. É simples entender uma situação quando você não está com a emoção envolvida.
Lembro de inúmeras situações onde o coração partido não era o meu, que as dúvidas não eram minhas, os receios e medos não me pertenciam. Nessas eu conseguia pensar em como a pessoa não estava enxergando o óbvio, que o caminho certo estava em sua cara e só lhe faltava coragem para seguir.
Agora me pego sentada no chão do quarto, os olhos inchados de tanto chorar, confusa até o último fio de cabelo e só consigo pensar em como consegui ser tão racional e clara quando eu não estrava no centro da bagunça.
Acho que é aí que mora o problema, estar no meio da bagunça. Vontade de abraçar o mundo e destruí-lo ao mesmo tempo. É ver tantas histórias tristes, bem piores que qualquer confusão sua ao redor, e só conseguir se concentrar em você. É justo sermos tão egoístas?
Claro que você pode controlar o primeiro impulso de insistir naquele assunto que te abate e pensar numa figura maior, de maneira mais altruísta. Mas até que ponto nós podemos reprimir esses impulsos sem anular sua essência?
Dúvidas.
Invejo as pessoas que conseguem pensar em humanidade antes de tudo, que tocam projetos voluntários com a sua vida. É difícil demais viver apenas em seu mundinho, com seus probleminhas e suas duvidazinhas.
Detesto final de ano e TPM, sempre me deixam melancólica a este ponto.

Vou dormir, quem sabe passa.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Don't loose your hope.


Feche os olhos, respire um pouco. Só um pouco e se concentre tão somente na sua respiração. Uma hora você começa a escutar seu coração. Está pulsando, não está? Você consegue até sentir o sangue se transformando dentro de você. Pronto. Taí a prova que você está viva. Dói, ô se dói. Mas você ta aí, vivinha da silva. A gente morre as vezes, só um pouquinho, pra lembrar quão bom é viver.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A noite traz a verdade.


Não importa o quanto você minta no clarear do dia. Não importa se quando o sol estava no topo você estava sorridente e sua cabeça estava cheia das coisas mais importantes que aquela uma que você evitou. Não importa se você fez suas tarefas com perfeição, preencheu os espaços vazios com um filme ou música qualquer. Sem emoção de preferência. Um Funk talvez? Não importa.
Não importa se toda vez que aquele assunto chegava na sua cabeça você relutava, e enfiava outro na frente só para não pensar, porque é mais fácil assim.
Tudo isso não importa, porque quando chega a noite, chega com ela a verdade. Quando você deita a cabeça no travesseiro, vem à tona. E tudo aquilo que você prendeu e escondeu atrás de um sorriso o dia todo aparece e transborda. Você pode mentir para todo mundo, mas não pode mentir para o seu travesseiro.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Friendship never ends.

A amizade pode ser a mais fácil ou mais difícil das tarefas. Tudo porque não há um modelo definido. Pare para pensar em todos seus amigos e sua relação com eles: quais delas são iguais? Nenhuma!
E vou te responder porque. Cada pessoa é um universo individual, composto por anos de famílias diferentes, lugares, livros, músicas, cheiros, sons, pensamentos diferentes. Não há meio da ligação entre duas pessoas ser igual. E isso é mágico!
E é mais mágico ainda, porque, diferentemente do relacionamento amoroso, esse não restringe. Ele multiplica! Você pode ser amigo de várias pessoas, ter sentimentos diferentes de amizade entre elas, e mesmo assim ser correto.
É a realidade poligamica sem culpa que todos nós buscamos.

Amigos, amo vocês, de maneiras diferentes, e fico feliz que seja assim!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Comprometida.

Olá, gente!

Sempre que eu leio um livro tenho uma estranha mania que rabiscá-lo nas minhas frases preferidas. Devo ter aprendido na escola ao estudar e mantenho para tudo que leio na minha vida. Imagine então, uma viciada em leitura como eu (leio qualquer livro, jornal, revista, folheto, placa de rua que tenha alcance) ao final de um livro? Então tive uma idéia. Após a leitura do livro do momento, eu venho aqui e compartilho as frases destacadas.

O último livro que li foi "comprometida" da Elizabeth Gilbert (a mesma que escreveu "comer, rezar e amar"). É uma mistura de medo de compromisso com história. É bem legal e informativo ao mesmo tempo.

As frases dessa gracinha:


  • "Sem saber como agir, agi de qualquer jeito".
  • "Num mundo de possibilidades tão abundantes, muitos de nós simplesmente brocham de indecisão".
  • "Às vezes a vida é dura demais para ficar sozinho, e às vezes a vida é boa demais para ficar sozinho".
  • "Essa é  a fantasia singular da intimidade humana: um mais um, de certa forma, algum dia, será igual a um".
  • "Como medir o valor de ficar tão familiar para alguém, tão absolutamente conhecido e tão completamente presente que viramos uma necessidade quase invisível, como o ar?".


Boa semana. ;*

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Gênio da Lâmpada. 1 desejo.

Se você tivesse apenas uma chance de mudar tudo, o que você mudaria? Eu tenho certeza, nesse momento, o que eu mudaria. É difícil chegar num grupo de pessoas e adivinhar as que mais fazem seu tipo e as que vão ficar do seu lado, mas pecarão depois de um tempo. Difícil, não, é impossível. A não ser que seu sexto sentido seja muito aguçado. Não dá pra saber quem é que vai corresponder a tudo que você precisa, quando você acha o que quer.
Eu mudaria, eu mudaria muito, porque nesse momento, não consigo suportar pessoas rasas com todas essa profundidade sobrando. Sou muito e muitas, quero cada vez mais e não peço nunca pra concordarem comigo, só exijo entrega total, assim como me entrego. Assim não tenho medo de fazer tudo que posso e mais, vou além das minhas necessidades e passo para a dos outros, e assim sou feliz.
Não sei ser mais ou menos, nunca soube. Se eu to triste to morrendo, se to feliz, soltando fogos pelos ouvidos. Um tropeção é um tombo. Mas por favor, me dê um tapa na cara no lugar de um empurrãozinho que me faça ficar na dúvida. Não há nada que me machuque e que eu odeie mais que gente em cima do muro.
É isso.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Cada fibra clama por dança.


Quando eu era bem novinha, minha mãe me colocou na aula de ballet. Apenas 4 anos, como saberia o que quer uma criança? Enfim, depois disso foi pintura, sapateado, dança do ventre, natação, volei, handball, dança de rua, ginástica olímpica e violão. E eu a agradeço profundamente por isso, pois só dessa maneira eu saberia qual é a maneira que eu melhor me expresso. ( Inclusive, meus filhos farão aula de tudo e mais um pouco para descobrirem também). E é através da dança.

Não qualquer tipo de dança, mas o estilo livre, em um grupo onde eu amo todas as pessoas envolvidas. Desde as que dançam comigo, passando pela professor-coreógrafa, até o montador da música, figurinista, enfim, o que me prende lá é não estar sozinha. Sabe a sensação de cair de costas na cama, aquele frio na barriga? É um misto dessa angústia com a certeza de que terá lá não uma, mas várias pessoas para você, na mesma intensidade que você está lá também para elas.

De 13 a 35 anos, pessoas casadas, solteiras, mulheres, mães, filhas, alunas, profissionais, leoninas, librianas e escorpianas, destras, canhotas, ambidestras e sem destreza alguma. Algumas dançam há anos, outras começaram faz pouco tempo. Algumas tem técnica de anos em prática de ballet, outras apenas treinamento trocando experiências com outras.

O que sinto quando entro no palco ou em cada ensaio é inexplicável. É como se cada fibra do meu corpo clamasse por aquilo e só quando me solto ao ritmo de um som é que estou completa. Cada movimento tem que ser completo, tem que se estender até a ponta das unhas. A respiração, o olhar, tem que andar juntos com braços e pernas. Força, quando é preciso força. Leveza, quando é preciso leveza. Sou abençoada por descobrir como posso ser feliz dançando, e como encontrei um lugar onde todas minhas expectativas são alcançadas. Danço com pessoas de visão que desejam sempre mais, que a cada ano, cada apresentação procuram chegar mais próximos da perfeição.

Eu amo dançar, amo com todas as minhas forças. Todos os meus sentimentos consigo canalizar e transformar numa linda obra de arte. E isso não seria tão perfeito sem as pessoas que tenho ao meu lado.

(desabafo após ver fotos de você dançando no mesmo lugar, há 8 anos, e cada vez mais feliz).

Um beijo. :*

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Confusão;


Se é pra brigar com alguém que a gente gosta, que o motivo seja um tapa na cara bem dado, ou um soco, ou qualquer coisa palpável. Porque não tem nada pior do que aquele sentimento de insatisfação e nem ao menos conseguir provar ou resolver. 
As vezes a gente guarda as coisas tão para a gente para evitar confusões, que acabamos escondendo no nosso subconsciente, e este, por sua vez, cria uma pegadinha e se transforma num incômodo que não conseguimos identificar quando queremos. 
É péssimo dialogar horas sobre determinado assunto, e outro após outro tentando encontrar algo que está dentro de nós. O que antes era garoa, agora é tempestade. E a nossa única defesa que era conversar sobre, nosso guarda-chuva foi queimado pela ideia equivocada de "deixar pra lá".
Aprenda: "deixar pra lá" só serve e é inteligente quando realmente o assunto não importa. Se não vira essa praga a nos atormentar no futuro.
Ser honesto com você é o primeiro passo para conseguir ser honesto com alguém. Se nem você consegue definir seus sentimentos, será justo cobrar alguém de que saiba dos sentimentos dele?

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

When you get what you want, but not what you need.

E ela resolveu mudar.
Acordou e levantou da cama, como se tivesse tido o melhor dos sonos.
Vestiu-se como se não se sentisse gorda, ou magra, ou alta, ou baixa demais.
Saiu para a rua como se nada de ruim pudesse lhe acontecer fora de casa.
Foi para o trabalho como se não fosse receber nada, só pelo prazer.
Andou de ônibus, como se todos a volta fossem seus amigos, e não rivais por um espaço para ir para casa.
Sorriu como se nunca tivesse sido magoada.
Viu fotos, e reviveu lembranças, como se nunca tivesse se arrependido.
Cumprimentou as pessoas docemente, como se nunca tivessem lhe passado a perna.
Respondeu aos inimigos, como se nunca tivessem lhe atingido.
Por mais que a gente tente ser otimista, não dá pra ser feliz o tempo todo, não dá pra ser alegre e simpático o tempo todo. Porque, quando não é real, a falsidade reflete, vira uma atitude mecânica, sem emoção e sem sentimento. É mais sensato encarar que nem todos os dias são bons, mas os ruins são para a gente dar valor aos melhores. Encontrar o foco do problema para conseguir reverter a situação e sinceramente sorrir para os outros, ser simpático e alegre.

Não estou bem...

... Vou melhorar!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Eu.



Hoje, eu percebi que sou narcisista, que só falo de mim e adoro isso. É porque o dia todo eu tenho que entender os outros, compreender, me colocar no lugar pra saber o porquê de não fazerem do meu jeito. De manhã, você entende que, mesmo atrasada, o porteiro pode não ter te visto na porta e por isso demorou a abrir o portão. Você entende que, ao esperar o ônibus, aquela simpática moça com sacolas não ficou exatamente no seu campo de visão de propósito. Ao chegar ao trabalho, você entende se alguém te olha torto, porque afinal, todos temos dias difíceis. Daí você exausto, com um notebook pesado nas costas, e um moleque de moletom fica sentado na cadeira, na sua frente. Aí você pensa, que nem queria sentar, não fazia questão, mas ele bem que podia segurar só sua mochila. Mas tudo bem, sabe, ele pode ter andado o dia todo. Você chega em casa, mais uma demoradinha do porteiro, que estava no banheiro, ele também tem necessidades fisiológicas. Você tá cansada, fedida e suada, implorando por um chuveiro quente, mas sua irmã está tomando banho naquele momento.

O que acontece é que a gente passa o dia inteiro convivendo com outros universos, o que é impossível. Pessoas diferentes, com personalidades diferentes, dias diversos, manias pessoais, problemas. POXA! Como devemos não nos aliviar ao falar de nós mesmos? É muito fácil conviver comigo, eu sei das minhas manias e as aceito, e se não gosto, ignoro-as fingindo que está tudo bem. Viver em sociedade que é o desafio. Me cansa ter que ser compreensiva o tempo todo, ser educada, ser correta. Mas é o mínimo que devo fazer se esperar o mesmo dos outros.
Começo a escrever sem rumo e sempre acaba uma coisa indefinida, porque mudo muito minhas idéias. E procuro não ler depois, porque não vou achar bom e deletar. Logo, lanço as idéias no ar, e quem sabe um dia elas tomem formato ou criem sentido?

sábado, 23 de julho de 2011

Inferno Astral.

(Tinha escrito um texto ENORME sobre meu inferno astral, fui buscar uma imagem bonitinha e apagou tudo!)

Só pra registrar que passei por mil situações de mudança nesses últimos dois meses, parece que foi um grande inferno astral, porém, agora. 5 dias antes do meu aniversário. Me sinto feliz e no meu caminho, me sinto completa e forte o bastante para lutar pelos meus objetivos. E clara o bastante para abandonar velhos hábitos, velhas manias e ficar da braços abertos para as novidades que a vida possa me trazer. Não é tarefa fácil, teimosa que sou, mas eu chego lá! :)

Eu to apaixonada: Pela minha família, pelo meu trabalho, pelos meus amigos, por mim, pela minha vida. Obrigada Deus, pela benção de poder ser quem sou e ter quem eu tenho. O resto eu corro atrás! ;)

Um vídeozinho que me apaixonei, cover de uma linda cantando e tocando Redemption Song do Bob Marley.



Redemption Song

Bob Marley


Old pirates, yes, they rob I,
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took I
From the bottom less pit
But my hand was made strong
By the hand of the Almighty
We forward in this generation
Triumphantly
Won't you help to sing,
These songs of freedom?
'Cause all I ever have:
Redemption songs,
Redemption songs!
Emancipate yourselves from mental slavery,
None but ourselves can free our minds

Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them can stop the time
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look
Huh, some say it's just a part of it:
We've got to ful fill the Book
Um bom final de semana! :*

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Me chame do que quiser.





Se parece ingênuo que eu acredite nas pessoas, que me chamem de tola.
Se parece impossível que eu queira ir onde ninguém conseguiu chegar,
que me chamem de pretensiosa.
Se parece precipitado que eu me apaixone no primeiro momento,
que me chamem de inconsequente.

Se parece imprudente que eu me arrisque num desafio,
que me chamem de imatura.
Se parece inaceitável que eu mude de opinião,
que me chamem de incoerente.
Se parece ousado que eu queira o prazer todos os dias,
que me chamem de abusada.

Se parece insano que eu continue sonhando, que me chamem de louca.
Só não me chamem de medrosa ou de injusta.
Porque eu vou à luta com muita garra e muita vontade de acertar.
E foi lutando que eu perdi o medo de ser ridícula. de ser enganada.
De ser mal entendida. Perdi, na verdade, o medo de ser feliz.

Não me incomoda se as pessoas me veem de forma equivocada.
O importante mesmo é como eu me vejo...
Sem cobrança. sem culpa. sem arrependimento.
A gente perde muito tempo tentando agradar aos outros.
Tentando ser o que esperam de nós.
Eu sou o que sou e não peço desculpas por isso.

No meu caminho até aqui, posso não ter agradado a todo mundo,
mas tomei muito cuidado para não pisar em ninguém.
Sendo assim, me chame do que quiser, eu não ligo...
Porque eu só atendo mesmo quando chamam pelo meu nome,
que eu tenho o maior orgulho de carregar.

                                                                                                            Lena Gino
Que seja possível ser o que quiser, tentar e errar, que não nos cobremos tanto por não ter todos as certezas do mundo. Fazer planos é bom, saudável e essencial para chegar aos seus objetivos, mas quando não tiver um objetivo concreto, que não arranje um só para preencher essa lacuna. Sinceridade, principalmente com você. Essa é a chave!


Uma ótima semana!

sábado, 4 de junho de 2011

"Não importa o quanto você se importe...

... algumas pessoas simplesmente não se importam." (william shakespeare)

Como tudo na vida, muito mais fácil na teoria que na prática. A questão é: como encarar que aquela pessoa que você se dedicou, ajudou a sair do fundo do poço, simplesmente não dá valor nenhum? A vontade é voltar no tempo e simplesmente largar e não perder as oportunidades que perdeu, pensando naquela pessoa que você acreditou que valia a pena.
Pois é, não valeu e não vale. E é frustrante não ter esse poder: o de saber quem vale, o de voltar no tempo e fazer diferente. Sim. Muito frustrante.
A vontade é não ser educada, é não ser controlada, é chegar na violência para jogar a raiva na pessoa certa, mas infelizmente vivo num mundo que me obriga a ser civilizada pela boa convivência.

"r.i.p. you and me" - 3oh!3 - R.I.P.

terça-feira, 17 de maio de 2011

D.R.

E não adianta virar e falar pra mim, até porque todo mundo já fala e eu não obedeço, "vai com calma dessa vez". É impossível. Não que eu seja incuravelmente teimosa nem nada desse tipo, mas eu simplesmente não sei ir com calma. Olhando pra trás não consigo nem ver quantas vezes eu caí com a cara no chão, que me iludi em vão, que construí meus castelos no solo de areia e o mar derrubou. Porém, eu ainda estou aqui, de pé, bamba e com um sorrisão no rosto, porque eu sei que posso cair e levantar.
E essa força não vem de ninguém além de mim.
Pra mim, vento é vendaval, pra mim raio de sol é ouro, pra mim, centavos são milhões, eu vejo coisa onde não tem, me pego de 5 em 5 minutos caçando (e encontrando!) pelo em ovo. Mas eu não sei outro jeito, eu não sou outro jeito. Talvez seja por isso que é tão difícil discutir qualquer relação com os outros, eu não consigo explicar. As vezes o que pra mim não é nada, para eles é tudo. E outras (essas são as piores) o que para eles é normal pra mim é inaceitável. E eu não consigo nem brigar com isso, nem explicar meu ponto de vista, porque não é exatamente um ponto de vista, é mais um jeito de ser e sentir.
Então, um apelo: Não tente encontrar razão para você nas minhas palavras e súplicas, tente entender como um grito desesperado de alguém que sente e não sabe explicar. E não sou só eu, acontece com todo mundo. As pessoas insistem em se tratar de maneira igual sendo diferentes. Eu sou diferente, você é diferente, todo idiota que você já encontrou na vida pode não ser tão idiota assim, apenas diferente.
Eu serei 100% eu, e você será 100% você, e ao invés de tentar encontrar uma média aritmética e virarmos metade um e metade outro, seremos somados e confusos: 200% de confusão.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Fórmula para ser feliz.

Eu, às vezes, queria entender a inconstância da felicidade. Desde o início dos tempos esse é o tema mais abordado e acredito que nunca sairá de moda ou será menos questionado, seja ele publicado ou não.
O que realmente me irrita é não conseguir controlar a felicidade, não saber seu cheiro, seu gosto, cor, textura, peso. Ela vem e vai num piscar de olhos. Algumas vezes temos um motivo real, outras nem sabemos o porque. A tristeza é mais fácil, a gente consegue saber exatamente o que causa ela, onde encontrar o que nos falta ou sobra. Porém, uma vez que resolvemos a equação exata da tristeza, ainda assim não estamos felizes. Acho que aí que está a chave: estar feliz X ser feliz. Se não conseguimos definir felicidade, o que nos garante nos sabermos felizes?
A única coisa que eu consigo próxima de explicitação é: fazer tudo com amor para viver uma vida com menos arrependimentos. Parece abstrato mas é bem simples: desde a hora que você levanta até a hora que vai dormir, existem tantos eventos para se colocar paixão que não dá pra contar nos dedos. Pensa no pão francês quentinho com a manteiga derretendo, ou no banho do final do dia, a água massageando lentamente a pele e levando o cansaço embora. As pessoas que você conhece, as que você não conhece, uma roupa bonita, sua música no rádio. Uma nova música no rádio. É deixar o amor vir na sua forma mais pura. Há que amar gente, amar planta, amar sons, amar sensações, amar muuuito. E cada um sente amor da sua maneira e está mais que certo.
Por uma vida sem arrependimentos: ame.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Ai como dói.

Dor. Automaticamente quando falamos isso pensamos em algo negativo, não é mesmo?
Eu acho errado. Gosto de algumas dores. Não sou sadomasoquista, nada disso, mas e quando a dor é boa?
Por exemplo: Gostar de doer. Não há nada mais gostoso na vida do que gostar de algo ou de alguém de doer. A primeira vez que disse isso foi para a minha mãe: "Eu te amo de doer". E ela achou lindo, e disse que era exatamente o que ela sentia. Dor de tanto amar alguém.
As pessoas tem medo da dor, se protegem demais. Me incluo nesse as "pessoas", mas não deixo de achar errado. Me permito ser hipócrita quando escrevo para me avaliar depois, quando fingir que não fui eu que escrevi e tentar me encaixar em tudo que escrevem por aí.´
O que deveríamos temer mesmo é a não-dor, o não sentir nada. Sabe? Não consigo imaginar pior situação que a não-situação. Você queria um beijo, mas implora por um soco se for necessário, e não recebe nada. Você grita, esperneia, pede, chora, e nada. Nada, nada, nada. É, definitivamente nada é pior.
A única boa parte do nada, é que ele te obriga a sair de perdo do quase. Esse quase que a gente aceita por medo de ter nada, esperando ter tudo.
Será que sou só eu? Ou somos todos desesperados pra sentir tudo, nos livrarmos do nada, e amar até doer?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dica do Final de Semana

Bom, como fiz algumas coisas interessantes resolvi compartilhar juntamente à minha opinião pessoal.
Como minha memória é pior que de peixe só lembro o que eu fiz a partir de sábado. Vamos lá!

  • Já comeu comida mexicana? Se não, vale a pena experimentar! O Yucatán é um rodizio de comida mexicana encontrado do Itaim Bibi. Eles tem uma variedade de pratos típicos legal, música ao vivo (também mexicana, óbvio), e a opção dos pratos virem com ou sem pimenta para os que não são adeptos do complemento. Indicado pra ir com namorado, amigos, família, é um lugar bem descontraído.
  • Bom, sem mais delongas, essa é minha indicação pra você que tá cansado e não quer uma balada, mas também não quer ficar morgando em casa.
  • http://www.yucatan.com.br/
  • Qual o último filme nacional que valia a pena ver? Bom, antes do Desenrola que assisti esse final de semana eu assisti Nosso Lar e fiquei impressionada com a ousadia e qualidade, nosso cinema está subindo de patamar e se equiparando a países como França em questão de qualidade dos filmes.
  • Enfim, como é para dar a dica, lá vai: Desenrola. Quem faz é uma menininha que era tosquinha na malhação e continua fazendo esse papel "tosquinho" no filme. Gira em torno na primeira vez que ela quer ter, mas não aquele papo batido para adultos de esperar o príncipe encantado nem naquele de adolescentes de que a vida é uma grande suruba. Ele tem uma linguagem muito legal, mas acredito que só vá surtir efeito em mulheres. Portanto chame suas amigas, mãe, tias, irmãs e vá ver. 
Por hoje é só!

Até a próxima =*

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nível: Iniciante.

Eu já criei alguns blog na minha vida e definitivamente não levei nenhum adiante. Aí depois surgiram os fotologs que eu também entrei mas não foi o que me cativou. Então chegou o Twitter, mas eu sou uma tagarela nata e 140 caracteres não são suficientes para expressar minhas idéias, opiniões, etc. E outra, minha vida pessoal nem é tão interessante.

Enfim, sou estudante de Publicidade com leve recaída pela redação publicitária. Por que? Simplesmente porque acho genial algumas pessoas expressarem as idéias em algumas palavras, enxuga-las ao máximo e ainda assim passarem a mensagem com isso! Sério, admiro e MUITO.

Minha cabeça deve pesar 100 Kg pelo tanto de besteiras que penso, algumas externo, algumas não. algumas uso, algumas não. Porém, esse blog nasceu com a idéia de colocar tudo pra fora em palavras, pra melhorar minha expressão e quem sabe um dia conseguir transmetir meus pensamentos com clareza e objetividade e virar uma escritora! HAM.

Bom, essa foi minha introdução. Obrigada! :*